Como Aplicar Vivências e Fazer Intervenção dentro do seu Trabalho com mulheres

A pergunta que eu mais recebo das minhas alunas hoje é: Anna como eu faço para fazer vivências, da mesma forma que você faz?


Esta pergunta aparece muito, principalmente nas turmas do Mentoring, especialmente após a imersão…


Pois lá as mulheres sentem a força experimentam suas transformações, através das lindas e profundas vivências que fazemos juntas.


Sabe por quê?


Vivências terapêuticas são ferramentas para ajudar pessoas a voltarem aos seus pontos de dor e de traumas, e encontrarem - muitas vezes através do choro e da catarse - um caminho para desbloquear exatamente o ponto onde ficaram paralisadas nas suas histórias.


Vivências terapêuticas são ferramentas para ajudar as pessoas a saírem da dor, atravessarem situações vividas que foram muito difíceis, para se reconectarem com a sua própria força interior.


Vivências terapêuticas, quando conduzidas com responsabilidade e competência, são poderosos auxiliares para ajudar pessoas a se curarem.


Ao longo de mais de 2 décadas como psicóloga clínica, sempre conduzi pessoas através de vivências, com respeito por suas histórias, seriedade na condução e amorosidade. Tanto individualmente no consultório, quanto nos grupos.



Este caminho  das vivências - através do corpo - me levou para as constelações familiares. E tem ajudado muitas pessoas.


Mas para chegar a este ponto eu fiz uma longa jornada…

Desde o 1º ano de faculdade fiz a minha primeira formação em terapia corporal…


Fiz Biodança por muitos anos (o que modificou o meu corpo, e a minha sensibilidade para os trabalhos conduzidos com música), laboratório de Terapia Iniciática, depois fiz várias outras formações: 


  • Análise Transacional;

  • Estudos junguianos com corpo; 

  • Formação Transdisciplinar da Unipaz;

  • Síntese Transacional;

  • Formações de Coaching;

  • Laboratórios de CNV (Comunicação não violenta);

  • Dança, Psicologia Transpessoal;

  • Terapia Comunitária;

  • Constelação Familiar; 

  • E muitos, muitos retiros, workshops, e cursos mais breves, muitos anos de investimento no meu desenvolvimento pessoal e profissional.


A palavra, pra mim, nunca era o bastante, queria poder ajudar as pessoas para além da mente racional


Sempre soube que “a mente mente”, e que nosso corpo nos revela as emoções nas quais ficamos paralisados na vida.


E que é ali, no corpo, onde nossas memórias traumáticas e emocionais estão impressas, que a Cura começa. Para cada um no seu ritmo e forma próprios.


Mas sempre tive uma ética: só aplicar vivências que eu mesma tinha experienciado!


Muitas, mas muitas pessoas mesmo, ao longo destes anos me emocionaram ao relatar até onde chegaram, dentro de si mesmas... o quanto se sentiram libertadas, leves e transformadas. Através destas vivências!


Mas nem sempre “dá tudo certo”, sabe? Existem implicações, condições para serem observadas a cada grupo, a cada vivência, a cada pessoa!


Se você já viveu esse processo, sabe exatamente do que eu estou falando.


E durante muito tempo eu fiquei muito resistente a ensinar sobre vivências, porque eu sempre fiz as vivências de forma profunda, e fazendo uma síntese de todas as múltiplas formações que eu mencionei acima… e nunca criei um método para isso.


Eu sempre me questionava: Como ensinar as mulheres a fazerem o que eu faço de forma tão espontânea, orgânica e profunda? 


Como ensinar algo que aprendi ao longo de tantos anos de experiência, em que venho buscando conhecimento,  aprimorando, criando e testando vivências de várias formas?


É preciso que elas estudem, é preciso um método, para que elas possam entender os fundamentos de cada vivência, compreender que estamos conduzindo pessoas, e que precisamos saber exatamente onde queremos levá-las!


E mais: que somos responsáveis pelo processo de conduzi-las, do início ao fim, ou seja, até o final do processo.


Até que eu fui fazer mais um workshop sobre Intervenção, que me serviu como um espelho sobre minha própria prática!


Foi aí que eu percebi qual o meu método, que estava por trás das minhas intervenções!


Assim como quando eu comecei o Mentoring, reconheci que poderia ajudar as pessoas com o meu método para algo que eu faço há décadas, que foi muito testado por mim em centenas de eventos ao vivo, centenas de Círculos de mulheres, dezenas de aulas e workshops com milhares de mulheres….


E são as intervenções e todas as vivências que eu criei, aplico há mais de 20 anos, e agora pela primeira vez vou ensinar!


Porque eu sempre soube que agregaria muito valor às minhas alunas ensinar não só as vivências, mas Também ensinar as alunas a fazerem as intervenções ao final das vivências!


Uma formação para: coaches, psicólogos, terapeutas, pessoas que tenham feito o Mentoring ou alguma outra formação semelhante, de multiplicadores, facilitadores, que lidam com pessoas, voltados para o desenvolvimento humano. 


Antes de mais nada, talvez você esteja se perguntando…


Qual é a diferença entre Vivência e Intervenção?

A intervenção é quando você faz uma conversa direcionada a uma pessoa do grupo. Quando você faz um diálogo intencional, que permite que a outra pessoa mude seu estado interior.


Por exemplo, dentro das imersões que eu faço, principalmente depois das vivências, sempre existe um espaço para perguntas e reverberações.


Você já notou que algumas mulheres trazem questões muito importantes que surgiu para elas durante as vivências, e que eu faço intervenções terapêuticas naquele momento?


Nesse caso eu utilizo o recurso da intervenção, e quando faço isso com uma mulher todo o grupo é trabalhado, porque aquela questão pode ser de outros participantes também.


Você vai aprender como fazer esse caminho de intervenção dentro do curso.


Agora a Vivência é quando você faz uma dinâmica em grupo, que geralmente faz a participante vivenciar emocionalmente aquilo que está sendo proposto: uma permissão para se transformar, uma liberação emocional, um novo caminho neural para seus conteúdos emocionais.


Existem várias vivências que faço em momentos específicos, algumas só nas minhas mentorias e cursos mais avançados, por se tratar de um conteúdo profundo.


Além de passar por essas vivências, nesse curso, você vai aprender a conduzi-las e a saber o que você pode e não pode fazer a cada momento.



Vivência é algo religioso?

Se você é uma mulher religiosa, quero lembrá-la: vivências não são rituais religiosos! Mesmo que pareçam, mesmo que assustem porque lidam com emoções humanas.


E sim, mulheres de diferentes religiões podem estar juntas, podem orar/rezar/irradiar energia, cada uma de acordo com a sua crença religiosa - juntas, em prol da Cura de cada uma delas, e unidas pelo mesmo propósito de servir.


O respeito às diferenças é uma premissa do meu trabalho.


Como vai funcionar, o que eu vou receber?

Como esse é um programa que você vai precisar passar por várias vivências, entendendo o passo a passo, para depois aprender a conduzir, ele que precisa ser 100% presencial.


Esta é a estrutura do programa:


  • Serão 3 dias em Pindamonhangaba (19, 20 e 21 de Março);

  • Vamos ter 2 aulas ao vivo pós treinamento presencial, para dúvidas que venham a surgir durante a prática do seu processo.

  • Você vai ganhar o Material didático/Apostila.


Agora eu preciso falar uma coisa real para você.


As imersões que geram maiores impactos na vida das pessoas são aquelas que possuem ótimas vivências e excelentes condutores de vivências...


Porque o conteúdo que você transmitiu uma pessoa pode esquecer, mas a sensação que ela sentiu com seu trabalho, dificilmente será esquecida.


Se o seu objetivo é realmente entregar uma transformação profunda para os seus alunos, você deveria considerar participar dessa formação.


Estou abrindo vagas limitadas para essa turma.


Por que, Anna?


Porque trata-se de um treinamento 100% presencial e eu quero entregar o meu máximo para todos os participantes.


Importante, já temos 80% das vagas do curso preenchidas!


Quando terá uma próxima turma?

Por ser um curso presencial com vagas limitadas, o Curso de Vivência e Intervenção será oferecido primeiro nas imersões, e caso tenha vagas sobrando vamos abrir para o público em geral.


Sem previsão ainda de abertura.


Portanto, se você quiser participar, precisa fazer sua decisão hoje.


Mesmo assim eu preciso alertar você:


Assim que batermos o total de vagas as inscrições vão ser encerradas, sem notificação prévia.


Peço a sua compreensão, mas isso é algo que foge completamente do nosso controle.


O investimento para você participar do Curso de Vivência e Intervenção é de 12x de R$ 243,28 com 16% de desconto para pagamento à vista. (Esse é um valor exclusivo para você que é MentoriAnna)


Espero que você consiga reservar a sua vaga.


Se você precisar de ajuda para realizar a sua inscrição, basta chamar minha equipe no suporte, localizado no final desta página.


Espero poder contribuir ainda mais com você e seu trabalho!


Será uma alegria receber você aqui!


Seguimos juntas,


Anna Patricia.


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